O Caio, meu brodi, do sempre excelente Blogcitário, fez um post sobre uma ong na Austrália que começou uma campanha com o objetivo de impedir a propaganda de redes de fast food. Aqui no Brasil, segundo o post, também tramita algo parecido...

O vídeo, que peguei lá no blogcitário, é esse aqui.



Qualquer pessoa minimamente entendida em análise de discurso entende os objetivos da campanha (e porque colocar o hamburger fumando e tal). Mas eu nem sei como classificar um negócio desses.

É grosseiro, é desnecessário e é ofensivo.
Qualquer mané faria uma propaganda melhor.

Eu fico pasmo, sinceramente.
E volto a repetir um discurso que, quem me conhece sabe, é recorrente.
Comentei lá no blogcitário:

Cara, é como eu digo sempre: a sociedade se eximiu de educar seus próprios filhos.
E o estado começa a se meter em questões que, realmente, excedem sua competência.

Se junkie food é ruim, proíbe-se e ponto.
Por que se pode vender big mac e não se pode anunciar?

Vivemos tempos difíceis. O aroma do totalitarismo ronda.

E você, acha que a solução é proibir toda propaganda ou educar melhor nossos filhos? (pergunta complexa que traz, embutidinho, meu posicionamento, mas ainda assim quero ouvir sua resposta).

5 Responses to "Sobre a proibição de propaganda de junkie food."

  1. lilaemarcelo Says:

    Sempre educar e, de preferência, com suas próprias ações. De que adianta eu dizer a meu filho que ele não pode comer junkie food, ou beber refrigerante, se eu o faço. Exemplos são os melhores educadores.

  2. Diu Mota Says:

    A educação é o que interessa. As drogas existem e a melhor propaganda são os usuários. Isso é um papel da família, com certeza.

    * péssima propaganda

  3. Liana Says:

    Oi Jorge!! Quanto tempo! rsrs Sempre dou uma passada por aqui. Adoro seus post, vídeos, dicas e bla, bla, bla.
    Ultimamente tenho me interessado ainda mais por sua área.. Estou fazendo cursos de Gestão da Comunicação (FGV) e estou a cada dia mais fascinada!!
    Por isso, agora vou começar a comentar também. rsrs
    Sobre o assunto deste post, bom... penso como você: Educação e informação é o que vai incentivar ou não o consumo irresponsável de qualquer produto ou serviço.
    Se essa "moda" pega além das propagandas de cigarro que já são proibidas e das de bebida alcoólicas que já são "censuradas", não teremos de fast-food, sorvetes, leite condensado, frituras, e também de compras (porque shopping deixa qualquer mulher viciada!!! kkkkkkk)

    Não dá!

    Bjs

  4. agencia Says:

    É isso aê Liana. Se fosse proibido fazer propaganda de tudo que vicia, acho que não existiria propaganda. Mas acredito que a única solução, para esse caso, não seja apenas educar nossos filhos. Exigir alimentos mais saudáveis também é importante.

  5. Carol Côrtes Says:

    Vivo me questionando a mesma coisa. Sempre a primeira coibição cai em cima da publicidade, e as vezes com pouquissima ação. A gente tem que dizer que não se deve tomar remédios sem prescrição médica, mas vc compra sem em muitas farmácias. E se a primeira ação fosse o controle dos remédios por receita, isso traria muito mais resultado que um fundo azul com carcteres brancos no fim do VT.

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